quinta-feira, julho 21, 2011

Oi pessoal! Nas primeiras semanas do blog, coloquei duas receitas: Rocambole Trufado de Damasco Torta Saint-honoré de Chocolate. Hoje vou colocar mais receitas muito gostosas de dar água na boca! Vejam:




Arroz Doce


Ingredientes:
1 xícara de arroz
1 pedaço de casca de limão
1 lata de leite condensado
1 e ½ litros de água fria
Canela para polvilhar


Modo de Preparo:
Numa panela grande, misturar o arroz, a água e a casca de limão e levar para ferver. Deixar em fogo baixo, até ficar cozido e quase seco. Juntar o leite condensado, mexer bem e retirar do fogo. Polvilhar canela por cima.





Biscoitinhos de Chocolate

Ingredientes:
½ xícara de achocolatado em pó
1 xícara de farinha de trigo
4 colher (sopa) de margarina

Modo de Preparo:
Misturar todos os ingredientes até se formar uma massa homogênea. Cobrir essa massa com papel filme plástico e deixar descansando na geladeira durante 1 hora. Depois de descansada, fazer bolinhas (ou outra forma de sua preferência). Levar ao forno em uma assadeira untada e enfarinhada a uma temperatura de 180º durante 15 minutos. Ao retirar do forno, os biscoitinhos ainda estarão moles; esperar que eles esfriem por 10 minutos para que fiquem mais durinhos.




Bolinhos de Chuva



Ingredientes:
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó
4 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de manteiga
4 ovos
Modo de Preparo:
Bater os ovos, o açúcar e a manteiga, acrescentar a farinha juntamente com o fermento, a massa não fica firme. Fritar em óleo quente, modelar com o auxílio de uma colher. Depois de fritos passar no açúcar com canela. 



Tchau!

quarta-feira, julho 13, 2011

Olá pessoal!! Hoje é o dia do rock! Por isso vou falar sobre este dia.
Vejam:



Em 13 de julho de 1985Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The WhoStatus QuoLed ZeppelinDire Straits,MadonnaQueenJoan BaezDavid BowieBB KingMick JaggerStingScorpionsU2Paul McCartneyPhil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.
Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.
Achei uma musica para vocês ouvirem, para que vocês tenham uma ideia de como é o som do rock:


TENHAM UM FELIZ DIA DO ROCK!!!!!!!

sexta-feira, julho 08, 2011

Oi pessoal! Para quem não sabe o que é eclipse, hoje vou explicar :


Um eclipse é um evento astronômico que acontece quando um objeto celeste se move para a sombra de outro. O termo é derivado do termo grego antigo ἔκλειψις (ékleipsis), do verboἐκλείπω (ekleípō), "deixar para trás", uma combinação do prefixo ἐκ- (ek-), das preposiçõesἐκ, ἐξ (ek, ex), "fora", e o verbo λείπω (leípō), "deixar" .Quando acontece um eclipse dentro de um sistema estelar, como o Sistema Solar, ele forma um tipo de sizígia, o alinhamento de três ou mais corpos celestes do mesmo sistema gravitacional em uma linha reta .

O termo eclipse é usado com mais frequência para descrever um eclipse solar, quando a sombra da Lua cruza a superfície da Terra, ou um eclipse lunar, quando a Lua se move na sombra da Terra. Entretanto, ele pode se referir a eventos além do sistema Terra-Lua: por exemplo, um planeta entrando na sombra de uma de suas luas, uma lua entrando na sombra do planeta que orbita, ou uma lua cruzando a sombra de outra lua. Um sistema estelar binário também pode produzir eclipses se o plano de suas órbitas intersecta a posição do observador.



Sizígia
Uma sizígia é o alinhamento de três ou mais corpos celestes do mesmo sistema gravitacional em uma linha reta. A palavra é usada geralmente em conexão com o Sol, a Terra e a Lua ou outro planeta, onde o último pode ser em conjunção ou oposição. Eclipses solares e lunares acontecem em momentos de sizígia, e assim como em trânsitos e ocultações há uma sizígia entre uma estrela e dois corpos celestes, como um planeta e uma lua. A sombra criada pelo objeto mais próximo da estrela faz intersecção com o corpo mais distante, diminuindo a luminosidade que atinge a sua superfície. A região de sombra criada pelo corpo ocultante é dividida em umbra, onde a radiação da fotosfera da estrela é completamente bloqueada, e uma penumbra, onde somente parte da radiação é bloqueada .
Um eclipse total acontece quando o observador está localizado dentro da sombra do objeto ocultante. A totalidade acontece no ponto de fase máxima durante um eclipse total, quando o objeto ocultado é completamente coberto. Quando a estrela e um objeto ocultante menor são praticamente esféricos, a umbra forma uma região em forma de cone de sombra no espaço.
A região além do fim da umbra é chamada de antumbra, onde um planeta ou lua será visto transitando através da estrela mas sem cobrí-la completamente. Para um observador dentro da antumbra de um eclipse solar, por exemplo, a Lua parece menor que o Sol, resultando em um eclipse anular. O volume restante de espaço em sombra, onde somente uma fração do objeto ocultante sobrepõe-se à estrela, é chamada de penumbra. Um eclipse que não atinge a totalidade, como quando o observador está na penumbra, é chamado de eclipse parcial.
Para corpos esféricos, quando o objeto ocultante é menor que a estrela, o comprimento (L) do cone de sombra da Umbra é dado por:
L\ =\ \frac{r \cdot R_o}{R_s - R_o}
onde Rs é o raio da estrela, Ro é o raio do objeto ocultante, e r é a distância da estrela ao objeto ocultante. Para a Terra, o L é, em média, igual a 1,384×106 km, que é muito maior que o semi-eixo maior da Lua, de 3,844×105 km. Desta forma o cone umbral a Terra pode envolver completamente a Lua durante um eclipse lunar . Se o objeto ocultante possui uma atmosfera, entretanto, parte da luminosidade da estrela pode sofrer refração para dentro do volume da umbra. Isto acontece, por exemplo, durante um eclipse da Lua pela Terra - produzindo uma fraca luminosidade avermelhada da Lua mesmo na totalidade.
Um trânsito é também um tipo de sizígia, mas é usado para descrever a situação onde o objeto mais próximo é consideravelmente menor em tamanho aparente que o objeto mais distante. De forma semelhante, uma ocultação é uma sizígia onde o tamanho aparente do objeto próximo parece muito maior que o objeto distante, e o objeto distante fica completamente oculto durante o evento.
Um ciclo de eclipses acontece quando uma série de eclipses são separados por um certo intervalo de tempo. Isto acontece quando os movimentos orbitais dos corpos formam padrões repetitivos harmônicos. Um tipo particular é o ciclo de Saros, que resulta em uma repetição de eclipses solares ou lunares a cada 6.585,3 dias, ou pouco mais de 18 anos. Entretanto, pelo fato deste ciclo ter um número ímpar de dias, o eclipse sucessivo é visto em um lugar diferente do mundo.

Sistema Terra-Lua
Um eclipse envolvendo o Sol, a Terra e a Lua pode acontecer somente quando estes se encontram praticamente em linha reta, permitindo que a sombra da luz solar atinja o corpo eclipsado. Devido ao fato do plano orbital da Lua ser inclinado em relação ao plano da órbita da Terra (a eclíptica), os eclipses só podem acontecer quando a Lua esteja próxima da interseção entre os dois planos (os nodos). O Sol e a Terra e os nodos estão alinhados duas vezes por ano, e os eclipses só pode acontecer em um período de cerca de dois meses em torno destes momentos. Podem haver de quatro a sete eclipses em um ano, que se repetem de acordo com os vários ciclos de eclipses, como o ciclo de Saros.

Eclipse Solar


Progressão de um eclipse solar em 1 de agosto de 2008, visto em Novosibirsk, Rússia. As fotos foram feitas com intervalo de tempo de 3 minutos.
Um eclipse do Sol pela Lua é chamado de eclipse solar. O tipo de eclipse solar depende da distância da Lua à Terra durante o evento. Um eclipse total acontece quando a Terra intercepta a porção da umbra da sombra da Lua. Quando a umbra não atinge a superfície da Terra, o Sol é somente parcialmente oculto, resultando em um eclipse anular. Eclipses solares paciais acontecem quando o observador se encontra dentro da penumbra.
A magnitude da eclipse é a fração do diâmetro do Sol que é coberta pela Lua. Para um eclipse total, este valor é sempre maior ou igual a um. Tanto em eclipses anulares e totais, a magnitude do eclipse é o raio dos tamanhos angulares da Lua em relação ao Sol .
Eclispes solares são eventos relativamente breves, que podem somente ser vistos em totalidade em um trecho relativamente estreito. Sob as condições mais favoráveis, um eclipse solar pode durar 7 minutos e 31 segundos, e pode ser visto em uma região de até 250 km. Entretanto, a região onde uma eclipse parcial pode ser observada é muito maior. A umbra da Lua avança para o leste a uma velocidade de 1.700 km/h, até não interceptar mais a Terra.
Durante um eclipse solar, a Lua pode algumas vezes cobrir perfeitamente o Sol por que seu tamanho aparente é praticamente o mesmo do Sol quando vistos da Terra. "Eclipse solar" é um nome incorreto, na verdade, o fenômeno é descrito mais corretamente como uma ocultação do Sol pela Lua ou um eclipse da Terra pela Lua.

Eclipse Lunar


Progressão de um eclipse lunar. A fase de eclipse total é mostrada nas duas imagens do canto inferior direito. Foi necessária uma exposição mais longa para que os detalhes se tornassem visíveis.
Eclipses lunares acontecem quando a Lua passa pela sombra da Terra. Como isto acontece somente quando a Lua está no ponto mais distante da Terra, a partir do Sol, eclipses lunares só podem acontecer quando é lua cheia. Diferente de eclipses solares, um eclipse da lua pode ser observado praticamente por um hemisfério inteiro. Por esta razão é muito mais comum observar eclipses lunares dada uma certa localização. Um eclipse lunar também dura mais tempo, levando várias horas para se completar, e a totalidade geralmente leva entre 30 minutos a mais de uma hora .
Existem três tipos de eclipses lunares: penumbral, quando a Lua atravessa somente a penumbra da Terra; parcial, quando a Lua cruza parcialmente a umbra da Terra; e total, quando a face da Lua fica totalmente dentro da umbra da Terra. Eclipses lunares totais passam todas as três fases. Mesmo durante um eclipse lunar total, entretanto, a Lua não fica completamente escura. A luz do Sol sofre refração da atmosfera da Terra e passa para a umbra, criando uma iluminação fraca. Da mesma forma que no pôr do sol, a atmosfera tende a espalhar a luz com comprimentos de onda mais curtos, desta forma a Lua iluminada por luz refratada possui um tom avermelhado .


Registro histórico

O registro dos eclipses solares tem sido feito desde tempos antigos. O disco solar por ter o mesmo diâmetro aparente do lunar faz do acontecimento uma grande coincidência. Se considerarmos as distancias envolvidas quanto a abrangência do fenômeno. A perspectiva geométrica da projeção do cone das sombras umbra e penumbra em solo terreno, quando monitorada através de informações de seus habitantes, tem aplicações em agrimensura por isso as antigas nações, que se interessavam em medir as extensões de suas fronteiras comparando-as com o tamanho do planeta, passaram a se interessar pela extensão do fenômeno. Mas hoje em dia, as datas de eclipses podem ser usados para datação cronológica de eventos históricos. Um tablete de argila sírio registra um eclipse solar que aconteceu em 5 de Março de 1223 A.C.,  enquanto Paul Griffin alega que uma pedra na Irlanda registra um eclipse em 30 de novembro de 3340 AC.  O registro histórico chinês de eclipses solares vai mais de 4.000 anos atrás e tem sido usado para medir alterações na taxa de rotação da Terra . O registro de um eclipse solar aparece em uma inscrição oracular em um osso da Dinastia Shang, que se estima ter acontecido em 26 de maio de 1217 AC.[carece de fontes] Registros de eclipses lunares são ainda mais antigos. Escritos em ossos oraculares e cascos de tartaruga registram cinco eclipses lunares que aconteceram durante os séculos 14 e 13 AC.


Outros planetas



Gigantes gasosos

Uma foto de Júpiter e sua lua Io feita pelo Hubble. O ponto escuro em Júpiter é a sombra de Io
Os planetas gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) tem muitas luas e apresentam eclipses frequentes. Os mais interessantes envolvem Júpiter, que possui quatro grandes luas e uma inclinação axial pequena, fazendo com que os eclipses sejam mais frequentes à medida que estes corpos passam na sombra de Júpiter. Trânsitos acontecem também com frequência igual. É comum ver luas maiores projetando sombras circulares sobre o topo das nuvens de Júpiter.
As eclipses das luas galileanas por Júpiter tornaram-se bastante previsíveis assim que seus elementos orbitais se tornaram conhecidos. Durante a década de 1670, foi descoberto que estes eventos acontecem cerca de 17 minutos mais tarde que o esperado quando Júpiter estava no lado distante do Sol. Ole Rømer deduziu que a demora era causada pelo tempo necessário para a luz viajar de Júpiter à Terra. Este fenômeno foi usado para produzir a primeira estimativa da velocidade da luz.

Saturno eclipsa o Sol, visto da sonda espacial Cassini–Huygens.
Nos outros três gigantes gasosos, os eclipses só acontecem em certos períodos durante a órbita do planeta, devido a grande inclinação entre as órbitas das luas e o plano orbital do planeta. Por exemplo, a lua Titã possui um plano orbital inclinado cerca de 1,6° em relação ao plano equatorial de Saturno. Mas Saturno possui uma inclinação axial de cerca de 27°. O plano orbital de Titã só cruza a linha de visada do Sol em dois pontos ao longo da órbita de Saturno. Como o período orbital de Saturno é de 29,7 anos, um eclipse só é possível a cada 15 anos.
O horário dos eclipses dos satélites jovianos também foi usado para calcular a longitude de um observador na Terra. Sabendo o tempo esperado que um eclipse será observado em uma longitude padrão (como o meridiano de Greenwich), o diferença de tempo pode ser computada pela observação cuidadosa da hora local do eclipse. A diferença de tempo dá a longitude do observador por que cada hora de diferença corresponde a 15° em torno do equador da Terra. Esta técnica foi usada, por exemplo, por Giovanni D. Cassini em 1679 para refazer o mapa da França.


Marte


Fobos transitando pelo Sol, como visto pelo robô Opportunity
Em Marte, somente eclipses solares parciais (trânsitos) são possíveis, por que nenhuma de suas luas é grande o suficiente, em seus respectivos raios orbitais, para cobrir o disco do Sol quando visto da superfície do planeta. Eclipses das luas por Marte não são apenas possíveis, mas comuns, com centenas de ocorrências a cada ano terrestre. Existem também ocasiões raras quando Deimos é eclipsado por Fobos. Eclipses marcianos tem sido fotografados tanto da superfície de Marte quando em órbita.


Plutão
Plutão, com sua lua proporcionalmente maior Caronte, é também o lugar de muitos eclipses. Uma série de eclipses mútuos aconteceu entre 1985 e 1990. Estes eventos diários levaram à primeira medida precisa dos parâmetros físicos dos dois objetos.


Mercúrio e Vênus

Eclipses são impossíveis em Mercúrio e Vênus, que não tem luas. Entretanto, os dois tem sido observados transitando a face do Sol. Existem cerca de 13 trânsitos de Mercúrio a cada século. Os trânsitos de Vênus acontecem em pares separados por um intervalo de oito anos, mas cada par de eventos acontece menos de uma vez por século.
Estrelas binárias eclipsantes
Um sistema estelar binário consiste de duas estrelas que orbitam o seu centro comum de massa. Os movimentos das duas estrelas está em um plano orbital comum no espaço. Quando este plano está alinhado com o observador, as estrelas podem ser vistas passando em frente uma da outra. O resultado é um tipo de sistema de estrelas variáveis chamado de estrelas binárias eclipsantes.
A luminosidade máxima de um sistema binário eclipsante é igual à soma da contribuição de luminosidade das estrelas individuais. Quando uma estrela passa em frente da outra, a luminosidade do sistema diminui. A luminosidade retorna ao valor normal assim que as estrelas não estão mais alinhadas.
A primeira binária eclipsante descoberta foi Algol, um sistema estelar na constelação Perseus. Normalmente este sistema estelar tem uma magnitude visual de 2,1. Entretanto, a cada 2,867 dias a magnitude diminuir para 3,4 por mais de 9 horas. A causa disto é a passagem do membro menos luminoso,em frente da estrela mais brilhante. O conceito de que um corpo eclipsante causava estas variações de luminosidade foi introduzido por John Goodricke em 1783.

sexta-feira, junho 24, 2011

Olá pessoal! Vou mostrar alguns animais extintos. Olhem:



Dodô: ave extinta em meados do século XVIII, em razão da 
caça indiscriminada feita por colonizadores europeus.



Ara tricolor: espécie cubana de Psittacidae.


Avestruz-árabe: ave extinta no século XX.


Lobo da Tasmânia: extinto desde 1936.




Reconstituição de uma moa.



Pombo viajante: ontem, a ave mais abundante do planeta; hoje, animal extinto.



Tigre de bali: extinto na década de 30, na Indonésia.



Araus-gigantes só podem ser vistos, atualmente, empalhados.



Carcará-de-Guadalupe: ave cuja extinção se deu de forma trágica.



Imagem do gliptodonte, animal de tamanho e formato semelhantes ao fusca!



O mamute e o elefante pertencem à mesma família.


O periquito-da-carolina vivia em bandos.



Quagga: espécie extinta em meados do século dezenove.


dugongo-de-steller

Espero que gostem! Para terminar, olhem o que eu retirei de um site:

A história da Vida na Terra é uma história de extinções, tendo os paleontologistas identificado 5 períodos relativamente curtos (1 a 10 milhões de anos) de extinção em massa. O mais significativo ocorreu no final do Pérmico, que terá eliminado entre 77 e 96% das espécies existentes na época.
No entanto, mesmo fora destes 5 períodos "catastróficos" a taxa de extinção nunca é nula, variando grandemente e atingindo picos com intervalos de cerca de 25 a 28 M.a. só nos últimos 250 M.a. Estas extinções naturais ocorrem, no entanto, ao longo de períodos relativamente longos, permitindo a evolução de novas formas, talvez melhor adaptadas, talvez apenas "sortudas" ... Isso não é o que acontece na actualidade, com a ajuda do Homem!

(...)
No entanto, é  preciso lembrar que ameaçado significa que ainda pode ser salvo! Cada um de nós pode ainda fazer alguma coisa, por pequena que nos pareça, para mudar este estado de coisas.(...)

Bye Bye!!!!!!!

terça-feira, junho 14, 2011

Oi! Em uma das primeiras postagens do blog criei cartões para aniversário, agora vou dar a vocês três  mensagens para mandar para outras pessoas. Vejam:










Espero que gostem dos cartões!!!

sexta-feira, junho 03, 2011

Olá pessoal! Hoje vou falar sobre as fábulas,autores que a inventaram e contar algumas delas , umas mais longas que outras, mais maravilhosas! Boa leitura!


FÁBULAS
A fábula é uma narrativa figurada, na qual as personagens são geralmente animais que possuem características humanas. Pode ser escrita em prosa ou em verso e é sustentada sempre por uma lição de moral, constatada na conclusão da história. Desta maneira, podemos ver nossos atos humanos através dos animais

A fábula está presente em nosso meio há muito tempo e, desde então, é utilizada com fins educacionais. Muitos provérbios populares vieram da moral contida nesta narrativa alegórica,



É um gênero textual muito versátil, pois permite diversas situações e maneiras de se explorar um assunto. É interessante, principalmente para as crianças, pois permite que elas sejam instruídas dentro de preceitos morais sem que percebam.


ALGUMAS FÁBULAS:
A ÁGUIA E O ESCARAVELHO


Uma lebre corria a não mais poder em direção à sua toca, fugindo à perseguição da águia. E em sua desabalada carreira, passou pela casa do escaravelho. Não era propriamente uma casa de segurança, mas, na falta de algo melhor, resolveu a fugitiva homiziar-se lá mesmo. Já se precipitava a águia sobre a frágil guarida, quando o escaravelho, com intenção de salvar a agora sua protegida, postou-se lhe no caminho, dizendo: - Poderosa princesa dos ares, em presa fácil será para Vossa Majestade apoderar-se daquela infeliz, o que muita tristeza me dará. Tende compaixão e não façais este ato, que em nada dignificará vosso nome, visto ser tão insignificante o adversário. Mais disso, a lebre minha hóspede, e em nome de Júpiter vos solicito que observeis as leis da hospitalidade. Poupar-lhe a vida, eu vos imploro. Ela, além de ser minha vizinha, é também minha comadre. A gigantesca ave de Júpiter, como resposta, bate violentamente com a asa no escaravelho, derrubando-o na terra, para fazê-lo calar-se, e leva-se aos ares carregando em suas garras prisioneira a pequena lebre. O escaravelho, enfurecido com o tratamento recebido, voa até o ninho da águia e, aproveitando-se de momento em que ela se ausentara, rompe a frágil casca de seus ovos, que era toda a sua esperança de constituir família. E tal era a alegria do escaravelho, que em sua vingança não deixou um ovo sequer inteiro. Ao retomar ao ninho, a águia, vendo a desgraça que se abatera sobre ela, atroa os ares com seus gritos. Sentia-se impotente para castigar o responsável por aquilo, pois não sabia a quem imputar a culpa. E tal era a sua aflição. Somente os ares eram testemunha de sua agonia. E todo o ano durou a tristeza daquela que vira seus sonhos maternos frustrados. Após passado esse ano, precavendo-se de funestos acontecimentos, a ave constrói seu ninho em local mais elevado. Mas tudo inútil. O escaravelho o descobre e mais uma vez vaza todos os ovos. A morte da lebre estava vingada mais uma vez. O sofrimento da águia foi tamanho que durante seis meses não cessaram seus gritos. Mas apenas o eco respondia a eles. Não sabendo mais o que fazer, a ave recorre a Júpiter, que a aconselha a depositar seus ovos numa dobra do seu manto, crendo que em nenhum lugar estariam tão seguros quanto ali, pois ele mesmo, o rei dos deuses, os defenderia. "Assim" - pensava - "ninguém terá a ousadia de tentar roubá-los." E estava certa. Ninguém tentou semelhante façanha. Mas isto porque o inimigo mudara seus planos de ataque. Foi sorrateiramente pousar no manto divino, e Júpiter, sacudindo as vestes para dali expulsar o intruso, fez rolar os ovos. Ao tomar conhecimento do sucedido, a águia ameaçou o deus de abandonar sua corte, indo viver solitária no deserto, dizendo outras impertinências semelhantes. Não se dignou Júpiter responder-lhe. Limitou-se a intimar o escaravelho a comparecer ao tribunal, onde iria ser julgado. Este contou todo o caso, desde o início, e defendeu sua causa. Convencido de que a águia não tinha razão, o rei dos deuses tentou fazê-la reconciliar-se com o escaravelho. Mas debalde. Os inimigos não se viam com bons olhos. Então, para acomodar a situação, resolveu a divindade mudar a época em que a águia põe seus ovos, fazendo-a coincidir com a estação em que o escaravelho, resguardando-se dos rigores do inverno, enfia-se na terra, como a marmota.


A RAPOSA E O GALO




O galo cacarejava em cima de uma árvore. Vendo-o ali, a raposa tratou de bolar uma estratégia para que ele descesse e fosse o prato principal de seu almoço.
-Você já ficou sabendo da grande novidade, galo? – perguntou a raposa.
-Não. Que novidade é essa?
-Acaba de ser assinada uma proclamação de paz entre todos os bichos da terra, da água e do ar. De hoje em diante, ninguém persegue mais ninguém. No reino animal haverá apenas paz, harmonia e amor.
-Isso parece inacreditável! – comentou o galo.
-Vamos, desça da árvore que eu lhe darei mais detalhes sobre o assunto – disse a raposa.
O galo, que de bobo não tinha nada, desconfiou que tudo não passava de um estratagema da raposa. Então, fingiu estar vendo alguém se aproximando.
-Quem vem lá? Quem vem lá? – perguntou a raposa curiosa.
-Uma matilha de cães de caça – respondeu o galo.
-Bem...nesse caso é melhor eu me apressar – desculpou-se a raposa.
-O que é isso, raposa? Você está com medo? Se a tal proclamação está mesmo em vigor, não há nada a temer. Os cães de caça não vão atacá-la como costumava fazer.
-Talvez eles ainda não saibam da proclamação. Adeusinho!
E lá se foi a raposa, com toda a pressa, em busca de uma outra presa para o seu almoço.

Moral: é preciso ter cuidado com amizades repentinas.

A RAPOSA E AS UVAS





Uma Raposa, morta de fome, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas ramas de uma viçosa videira, alguns cachos de exuberantes Uvas negras, e mais importante, maduras.
Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.
Ela então usou de todos os seus dotes, conhecimentos e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu.
Desolada, cansada, faminta, frustrada com o insucesso de sua empreitada, suspirando, deu de ombros, e se deu por vencida.
Por fim deu meia volta e foi embora. Saiu consolando a si mesma, desapontada, dizendo:
"Na verdade, olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio..."

Moral da História:Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade. 


A CABRA E O ASNO


Uma cabra e um asno comiam ao mesmo tempo no estábulo. A cabra começou a invejar o asno porque acreditava que ele estava melhor alimentado, e lhe disse:
- Tua vida é um tormento inacabável. Finge um ataque e deixa-te cair num fosso para que te dêem umas férias.
Aceitou o asno o conselho, e deixando-se cair, machucou todo o corpo.
Vendo-o o amo, chamou o veterinário e lhe pediu um remédio para o pobre. Prescreveu o curandeiro que necessitava uma infusão com o pulmão de uma cabra, pois era muito eficiente para devolver o vigor. Para isso então degolaram a cabra e assim curaram o asno.

Moral da Estória:
Em todo plano de maldade, a vítima principal sempre é seu próprio criador.
TCHAU TCHAU!!!!!!!!
 
Copyright (c) 2010 Tudo e Muito Mais. Design by Wordpress Themes.

Themes Lovers, Download Blogger Templates And Blogger Templates.